Preços menores e ritmo mais lento

Embora com valores 25% mais baixos, em média, para locação e venda, cidades do
interior seguem tendências gerais do mercado
O mercado imobiliário e o setor da construção civil se comportam de maneira semelhante na capital e nos
grandes municípios paranaenses. O ápice do preço e da demanda, entre 2007 e 2010, deu lugar à
estabilidade nos últimos dois anos. Fenômenos como a verticalização, a valorização dos terrenos e a
escassez de mão de obra também estão presentes em cidades como Londrina, Maringá, Ponta Grossa,
Cascavel e Foz do Iguaçu, mas acontecem de forma mais lenta em comparação com Curitiba.
“O mercado está menos esgotado no interior do que na capital. Em todo o estado houve uma retomada
entre 2007 e 2010, mas nada tão significativo como em Curitiba, onde prédios inteiros eram vendidos em
um fim de semana”, comenta Daniel Galiano, diretor da Apolar Imóveis, empresa que tem 30 franquias no
interior.

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